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Desflorestação motiva queixa contra Bolsonaro no TPI

Terreno queimado no Estado do Pará
Terreno queimado no Estado do Pará Direitos de autor Andre Penner/The Associated Press
Direitos de autor Andre Penner/The Associated Press
De  Nuno Prudêncio
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Destruição da floresta amazónica na origem de processo em Haia contra presidente brasileiro.

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O desolador cenário em que se está a tornar o pulmão do mundo representa um crime contra a Humanidade. E, para uma ONG austríaca, esse crime tem um responsável específico. Chama-se Jair Bolsonaro.

O presidente brasileiro é o alvo de uma queixa apresentada pela AllRise ao Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia. O argumento centra-se nas consequências para a saúde humana à escala global como resultado do avanço da desflorestação na Amazónia.

Eraldo Peres/The Associated Press
Bolsonaro já foi alvo de outras queixas no Tribunal Penal InternacionalEraldo Peres/The Associated Press

Segundo a ONG, o abate florestal aumentou 88% desde que Bolsonaro chegou ao poder, o que representa anualmente 400 mil hectares. De acordo com as projeções do estudo que acompanhou a queixa, as políticas ambientais brasileiras atuais serão responsáveis por quase 200 mil mortes nas próximas décadas.

Não é a primeira vez que as decisões de Bolsonaro chegam ao TPI: o alegado genocídio dos povos indígenas e a gestão da pandemia foram igualmente levados à justiça internacional.

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