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"Apoio dos EUA à integridade territorial da Ucrânia é inabalável"

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De  Teresa Bizarro  com AP, AFP
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"Apoio dos EUA à integridade territorial da Ucrânia é inabalável"
Direitos de autor  Gleb Garanich/Pool Photo via AP

Ao lado das "nações que estão na linha da frente da agressão russa". É o mote da visita do secretário da Defesa dos Estados Unidos à Ucrânia e à Geórgia.Lloyd J. Austin chegou esta terça-feira a Kiev. Fez questão de encorajar a Ucrânia a fazer o caminho para aderir à NATO e reafirmou o que tem sido a posição da administração Biden, ao lado do governo ucraniano e pelo fim de ingerência russa.

"O apoio dos Estados Unidos à soberania e integridade territorial da Ucrânia é inabalável. Apelamos novamente à Rússia para que ponha fim à ocupação da Crimeia, deixe de perpetuar a guerra no leste de Ucrânia, acabe com a desestabilizadoras no Mar Negro e ao longo das fronteiras da Ucrânia, e pare os ciberataques persistentes e outras actividades malignas contra os Estados Unidos e os seus aliados e parceiros," afirmou Lloyd J. Austin depois de se reunir com o homólogo ucraniano.

O recado inclui a região de Donbass, onde a luta dos movimentos independentistas de Donetsk e Luhansk se reacendeu logo após a anexação da Crimeia em 2014 e já custou mais de 13 mil vidas.

Em fevereiro de, a Rússia 2014 anexou a Península da Crimeia da Ucrânia. Um acordo de paz de 2015, mediado pela França e Alemanha, ajudou a pôr fim a batalhas em grande escala na Ucrânia oriental, mas confrontos regulares continuaram e os esforços para uma solução política estagnaram.

A visita do secretário norte-americano da Defesa, ocorre um dia depois do Kremlin anunciar a suspensão da representação junto à NATO e da delegação da Aliança Atlântica na capital russa.

Moscovo critica precisamente a aproximação da NATO à Ucrânia e a Geórgia - antigas repúblicas soviéticas que a Rússia quer manter dentro da sua esfera de influência.

"A linha da Aliança em relação ao nosso país está a tornar-se cada vez mais agressiva", denunciou a diplomacia russa numa declaração.

A NATO diz "lamentar" a decisão de Moscovo que deve entrar em vigor a 1 de novembro. "Reforçámos a nossa dissuasão e defesa em resposta às acções agressivas da Rússia, mas ao mesmo tempo mantemo-nos abertos ao diálogo", declarou Oana Lungescu, uma porta-voz da aliança.