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Vítimas do óleo de coza dizem-se esquecidas pelo governo

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Manifestantes que protestaram no Museu El Prado dizem estar a ser ignorados pelos governantes depois da maior intoxicação que aconteceu no país

No aniversário da maior tragédia de intoxicação alimentar da Espanha, seis sobreviventes ocuparam temporariamente o museu El Prado em Madrid.

O grupo pediu a atenção do governo e ameaçou suicidar-se com comprimidos. 

Maria Luisa Fuentes, da associação “We still alive Association”, "Ainda Estamos vivos", é uma das manifestantes. Diz estar cansada de não ter a atenção que deveria. Diz-se uma "vítima" e sente-se "esquecida" pelos governantes. 

A intoxicação aconteceu em 1981, quando milhares de pessoas começaram a desenvolver doenças pulmonares que mais tarde foram ligadas com a ingestão do oléo de colza. Estima-se que 20 mil pessoas tenham sido envenenadas e mais de três mil tenham morrido.

Carmen Cortes, coordenadora da associação "Ainda estamos vivos", diz que as tentativas de contacto com o governo foram inúmeras e sem sucesso. Cortes diz que o protesto, 40 anos depois, serve para pedir a atenção, numa sociedade que diz ser "mais justa e democrática". 

Os seguranças do museu tentaram retirar os manifestantes à força, os quais resistiram. A polícia foi chamada a intervir. Dois dos seis sobreviventes foram detidos mas todos saíram ilesos do protesto.

Em três horas, o museu voltou à normalidade.

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