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Primeiro projeto de acordo na COP26 em Glasgow

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De  Euronews
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Primeiro projeto de acordo na COP26 em Glasgow
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Há um projeto de acordo na COP26, em Glasgow.

No documento, os governos são instados a reforçar os objetivos de redução de carbono até ao final de 2022, a apresentarem estratégias a longo prazo para zero emissões de carbono e é pedido mais apoio para as nações vulneráveis.

A correspondente da Euronews, Meabh MC Mahon diz: "O projeto de sete páginas destaca a necessidade, pela primeira vez, da eliminação total dos subsídios ao carvão e aos combustíveis fósseis (...) Diz também que para o aquecimento global ser limitado a 1,5 graus Celsius, citamos: "é necessário tomar medidas significativas e eficazes nesta década crítica.".

Mas antes, fora do local da COP26 , falei com ativistas que disseram não ter fé nos políticos aqui presentes para implementar esta chamada 'ação significativa e eficaz'. Vamos ouvi-los".

Judy Wilson, da União dos Chefes Índios da Colômbia britânica, no Canadá, afirma: "Muitas das coisas que saem do COP26 não foram realmente suficientemente longe. E não me parece que estejam a tratar de questões no terreno. Portanto, dizem que até 2030, 2050 vamos fazer isto, vamos cortar petróleo e gás, vamos fazer todas estas coisas diferentes que mitigam e prolongam o tempo. Não é suficientemente rápido, não é suficientemente depressa".

Steen Winther Christensen, da ONG norueguesa Grandparents for climate deixa patente os descrédito: "Acredito nas Nações Unidas, mas não acredito nos líderes do mundo. Lamento dizer. Eles não estão, por enquanto, tão interessados em reduzir o petróleo e o gás e mudar para indústrias verdes, e isso é uma pena, porque é só isso que precisamos e é o que nos pode ajudar a ficar abaixo dos 2 graus".

Para os críticos, o projeto de acordo não vai suficientemente longe; os mais otimistas congratulam-se que seja mantido o foco no objetivo de 1,5 graus de temperatura.