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Ursula von der Leyen pede debate sobre vacinação obrigatória na UE

Ursula von der Leyen pede debate sobre vacinação obrigatória na UE
Direitos de autor Heng Sinith/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved.
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De  Euronews
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A presidente da Comissão Europeia defende um debate sobre a possibilidade de tornar a vacinação obrigatória na UE. Alguns países já se anteciparam

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Face aos sobressaltos das novas variantes do vírus da Covid-19, a presidente da Comissão Europeia defende a necessidade de um debate sobre a vacina.

Ursula Von der Leyen disse, em Bruxelas: "É compreensível e apropriado ter esta discussão agora: Como podemos encorajar e potencialmente pensar na vacinação obrigatória dentro da União Europeia. Isto precisa de ser discutido. Isto precisa de uma abordagem comum, mas é uma discussão que eu penso que tem de ser realizada".

Também a Áustria quer tornar a vacina obrigatória, a partir de fevereiro, apesar dos protestos de milhares de pessoas. O país tem uma das taxas de vacinação mais baixas da União Europeia e está de novo confinado.

O novo chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, defende também a vacinação obrigatória. Segundo fonte próxima da nova chancelaria, citada pela Associated Press, Scholz também gostria que a medida entrasse em vigor em fevereiro. Antes, porém, terá de ser aprovada pelo parlamento.

A opinião do vice-presidente da Moderna, responsável pela Europa, Médio Oriente e África, vai no mesmo sentido. Dan Staner diz que "é agora o momento de nos vacinarmos, porque esta variante parece ser preocupante". "Ouço falar a OMS, ouço falar cientistas de todo o planeta, agora é o último momento e a vacinação é hoje é provavelmente a única arma ou arsenal terapêutico que temos, por isso, a minha recomendação é para haver reforços, sermos vacinados, para nos assegurarmos que a nossa imunidade está o mais alta possível".

Na Grécia, a vacina já é obrigatória para pessoas com mais de 60 anos. Os não cumpridores sujeitam-se a uma multa de 100 euros. Na Áustria, a recusa da vacina poderá vir a custar 7200 euros.

Entretanto, a presidente da Comissão Europeia vai repetindo os apelos:

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