Sete migrantes mortos à chegada a Lampedusa

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Guarda Costeira italiana resgata cerca de 200 pessoas, mas acrescenta mais sete à lista de vítimas mortais das travessias ilegais do mediterrâneo

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Sete pessoas morrerram e cerca de 280 foram resgatadas numa complicada operação da guarda costeira italiana, ao largo da ilha de Lampedusa. Os migrantes viajavam em condições precárias numa embarcação de madeira com 20 metros de comprimento. Três foram encontrados mortos dentro da embarcação; Quatro não recuperaram da hipotermia, já no hospital.

Segundo a guarda costeira, o resgate tornou-se mais complexo "devido às condições difíceis do mar". As autoridades italianas dizem que receberam o primeiro pedido de socorro quando o barco estava em águas tunisinas, mas garantem que só foipossível localizá-lo mais tarde, já na zona italiana do mediterrâneo.

A organização não governamental Alarm Phone critica a demora no socorro. Diz que os barcos de salvamento italianos demoraram seis horas a chegar.

As chegadas de migrante ilegais a Itália estão a aumentar. São mais de dois mil pessoas detectadas desde o início do Inverno. Mais do dobro do movimento registado nos dois anos anteriores.

A Organização Internacional para as Migrações assinalou esta rota, em 2021, como a mais mortífera para a travessia do Mediterrâneo, com pelo menos 1315 mortos. Muitas vezes, os corpos não são recuperados e as mortes são presumidas a partir de relatos de sobreviventes.

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