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O inevitável fim dos recifes de coral

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De  Euronews
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Recife de coral em Matemwe, Zanzibar
Recife de coral em Matemwe, Zanzibar   -   Direitos de autor  SUMY SADURNI/AFP

Estarão os recifes de coral condenados a desaparecer? Segundo um estudo recente, é inevitável que isso aconteça.

A uma só voz, um grupo de cientistas do Reino Unido, Austrália e Estados Unidos declarou que os corais a maior profundidade, ou seja, a mais de 30 metros - como o que foi descoberto recentemente no Tahiti - vão deixar de ser um refúgio para as espécies que abandonam os mesmos organismos mais à superfície quando estes se tornam insustentáveis.

O aquecimento da água dos oceanos é o fator responsável pelo chamado branqueamento dos corais. A verdade é que são eles que abrigam cerca de 25% da flora e fauna marinhas. 

E o fenómeno de stress térmico vai acontecer mesmo que os objetivos do Acordo de Paris sejam cumpridos, e que o aumento da temperatura global não ultrapasse o 1,5°C, o que também parece improvável.

Estima-se que o desaparecimento dos corais deixe desprovidos de fontes de alimento mais de 500 milhões de pessoas, de países dependentes dos recursos marítimos.