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Ucrânia reitera pedido de adesão à União Europeia

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De  Euronews
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Ucrânia reitera pedido de adesão à União Europeia
Direitos de autor  Stephanie Lecocq, EPA Pool Photo via AP

A Ucrânia partiu sem grandes expectativas para as conversações na Bielorrússia, ainda que o assessor de Vladimir Putin, Vladimir Medinskiy, tenha dito que Moscovo quer chegar a um acordo para pôr fim ao conflito.

Kiev continua a reforçar a defesa do seu território. O presidente, Volodymyr Zelensky, deu ordem para que os prisioneiros com experiência de combate sejam libertados e cumpram a sua pena a defender a pátria, nas áreas mais difíceis do conflito e, para que fique claro, lançou novo apelo à União Europeia:

"Apelamos à União Europeia para a adesão imediata da Ucrânia através de um novo procedimento especial. Estamos gratos aos nossos parceiros por estarem connosco. Mas o nosso objetivo é estar com todos os europeus e, mais importante ainda, ser iguais", disse.

"Apelamos à União Europeia para a adesão imediata da Ucrânia através de um novo procedimento especial. Estamos gratos aos nossos parceiros por estarem connosco. Mas o nosso objetivo é estar com todos os europeus e, mais importante ainda, ser iguais
Volodymyr Zelensky
Presidente da Ucrânia

Em Kiev, após o recolher obrigatório do fim de semana, os residentes foram autorizados a sair dos abrigos subterrâneos e os transportes públicos foram retomados.

Segundo fontes oficiais ucranianas a Rússia bombardeou as cidades de Chernihiv e Kharkiv durante a noite, depois de as forças ucranianas terem reconquistado a segunda maior cidade do país.

Desde o início da invasão russa, os números oficiais dão conta de pelo menos 102 civis ucranianos mortos e 304 feridos, mas segundo a chefe dos direitos humanos da ONU, Michelle Bachelet, receia-se que o número real seja "consideravelmente superior".