Voluntários alimentam soldados e civis em Kiev

Voluntários alimentam soldados e civis em Kiev
Direitos de autor Vadim Ghirda/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved.
De  Euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Enquanto se aguarda a temida investida russa sobre Kiev, grupos de voluntários alimentam os soldados e os civis que se encotram na cidade

PUBLICIDADE

Enquanto alguns cavam trincheiras, outros alimentam aqueles que permaneceram em Kiev. 

Dezenas de voluntários preparam comida para soldados e civis, em cozinhas à beira da estrada, perto da linha da frente nordeste da cidade.

Cinco a seis mil pessoas são alimentadas diariamente graças a esta iniciativa da Professora Victoria Yermakova: "Eu e o meu marido decidimos não deixar Kiev e ficar e ajudar como voluntários. Não tínhamos ordens, apenas perguntámos aos nossos rapazes do que precisavam, e eles disseram que queriam chá, porque estava muito frio naquela altura, e alguma comida", conta.

Natalya que também se voluntariou, afirma: "Decidi ficar porque quero ajudar as nossas forças, os nossos rapazes que estão atualmente na linha da frente, para que, durante estes tempos difíceis, eles tenham algo para comer, porque ninguém, exceto nós, os pode ajudar"

Espera-se que a batalha de Kiev seja muito dura e muitos ucranianos estão a receber treino militar em espaços fechados para evitar serem atacados.

O Presidente russo, Vladimir Putin, aprovou o envio de 16.000 voluntários estrangeiros.

O seu homólogo ucraniano, Volodymir Zelenskyy, denuncia o envio pelo Kremlin de mercenários experientes em combate urbano, que participaram na guerra da Síria.

Para lidar com eles, muitos ucranianos estão a ser treinados por especialistas em táticas de guerrilha dentro e fora das cidades, uma formação que pode revelar-se muito útil no caso de a guerra se arrastar.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Em 2021 morreram mais de 140 trabalhadores humanitários

Rússia mantém vaga de bombardeamentos sobre leste da Ucrânia

Rússia declara correspondente da BBC de “agente estrangeiro”