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Esperança na erradicação da malária

Vacinação contra a malária abre a perspectiva de erradicação da doença
Vacinação contra a malária abre a perspectiva de erradicação da doença Direitos de autor Jerome Delay/AP
Direitos de autor Jerome Delay/AP
De  Teresa Bizarro
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Assinala-se esta segunda-feira o primeiro Dia Mundial da Malária depois da aprovação da primeira vacina contra a doença. O objetivo é massificar a vacinação

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25 de abril de 2022 é o primeiro Dia Mundial da Malária depois de aprovada uma vacina para a doença. Nas contas da Organização Mundial de Saúde, há já um milhão de crianças protegidas com as quatro doses em três países africanos: Gana, Quénia e Malawi. A mensagem da OMS mudou: a malária é agora uma doença que pode ser prevenida e curada. O objetivo - e o esforço - é agora alargar a vacinação rapidamente a todo o continente.

Philippe Duneton, diretor executivo da UNITAID, a agência das Nações Unidas dedicada à prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, conseidera que "hoje sabemos que para melhor combater a malária, é necessário concentrarmo-nos nos países que têm o maior número de casos, especialmente em África. Estes países devem ser ajudados para que tenham diferentes instrumentos adaptados a sua situação epidemiológica".

Em 2020 havia 241 milhões de casos de malária em todo o mundo e nesse ano mais de 620 mil pessoas morreram da doença. Quatro países africanos contabilizaram metade destas mortes: Nigéria, República Democrática do Congo, Tanzânia e Moçambique.

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