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Cerco a Severodonetsk aperta-se

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De  Teresa Bizarro  com Agências
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Os combates em Sverodonetsk fazem-se rua a rua
Os combates em Sverodonetsk fazem-se rua a rua   -   Direitos de autor  AP Photo

Combates rua a rua; quarteirão a quarteirão - É este o relato da situação em Severodonetsk, a principal cidade da região separatista ucraniana do Lugansk. Kiev diz que está a travar e, nalguns casos, a fazer recuar as tropas russas.

Moscovo divulgou imagens da cidade com a nota de que estaria prestes a ficar sob controlo total dos separatistas.

O presidente da câmara de Severodonetsk diz que a cidade está em ruínas e que dezenas de milhares de pessoas foram obrigadas a sair das suas casas.

Numa declaração que aparentemente defrauda as expectativas de Kiev, o Presidente dos Estados Unidos veio desmentir as notícias de que iria enviar mísseis de longo alcance para a Ucrânia. Joe Biden foi peremptório: "Não vamos enviar para a Ucrânia armamento que possa atingir a Rússia".

Do terreno surgem mais notícias do avanço dos militares leais a Vladimir Putin no nordeste e no sul da Ucrânia numa tentativa de alargar o território separatista no Donbass, antes do envio de mais armas ocidentais para apoiar a resistência ucraniana. 

A Rússia que continua a divulgar a guerra na Ucrânia como "a libertação" da região do Donbass. O ministro russo dos Negócios Estrangeiros Sergei Lavrov afirma a operação continua a ser uma "prioridade incondicional" para Moscovo.

A região é, como se sabe, o principal polo de produção de cereais da Ucrânia. Nas contas do presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy, a guerra travou a exportação de 22 milhões de toneladas de cereais ucranianos