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Biden assina ordem para proteger mulheres que recorrem ao aborto

Presidente dos EUA, Joe Biden
Presidente dos EUA, Joe Biden Direitos de autor Evan Vucci/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved
Direitos de autor Evan Vucci/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved
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Presidente norte-americana classifica como "extrema" a decisão do Supremo Tribunal de terminar com o direito constitucional ao aborto

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O presidente norte-americano, Joe Biden, classificou como "extrema" a maioria do Supremo Tribunal que colocou um ponto final no direito constitucional ao aborto.

O presidente apelou aos norte-americanos revoltados com a decisão para votarem nas eleições intercalares de novembro ao mesmo que assinava uma ordem executiva concebida para salvaguardar as mulheres de potenciais sanções relacionadas com o recurso ao aborto.

"Quando dezenas de milhões de mulheres votarem este ano não estarão sozinhas. Milhões e milhões de homens estarão do seu lado na luta em prol do direito à escolha e do direito à privacidade de que eles negam a existência. O desafio do tribunal às mulheres e homens norte-americanos, à nação, o desafio é irem votar. Há eleições em novembro. Votem, votem, votem", apelou o presidente norte-americano.

Mais de uma dezena de estados adotaram limites estritos ou proibições totais relativamente ao aborto na sequência da decisão do Supremo Tribunal. Mais de uma dezena de estados preparam restrições adicionais.

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