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Putin pede apoio de países da Organização para Cooperação de Xangai

Cimeira da Organização para a Cooperação de Xangai decorreu em Samarcanda, no Uzbequistão
Cimeira da Organização para a Cooperação de Xangai decorreu em Samarcanda, no Uzbequistão Direitos de autor AP/Uzbekistan Foreign Ministry
Direitos de autor AP/Uzbekistan Foreign Ministry
De  Euronews
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Presidente russo pediu ajuda dos parceiros para resistir às sanções Ocidentais no fecho da cimeira da organização em Samarcanda, no Uzbequistão

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Vladimir Putin conta com o apoio dos países da Organização para a Cooperação de Xangai (SCO, no acrónimo em inglês) para que ajudem a Rússia a resistir às sanções ocidentais.

O presidente russo manifestou-se em Samarcanda, no Uzbequistão, no final da cimeira da organização, esta sexta-feira.

Também defendeu o papel crescente de novos centros de poder no mundo.

"A nossa política é desprovida de qualquer egoísmo. Esperamos que os outros participantes da cooperação económica construam as suas políticas com os mesmos princípios. Eles [Ocidente] vão parar de usar as ferramentas do protecionismo, as sanções ilegais e deixarão de recorrer ao egoísmo económico para os seus próprios propósitos", disse Putin.

Esta quinta-feira, o presidente russo reuniu-se com o homólogo chinês, Xi Jinping. Foi o primeiro encontro, cara a cara, entre os dois líderes desde o início da invasão russa da Ucrânia.

Agradeceu a "posição equilibrada" da China em relação ao conflito na Ucrânia, e admitiu, por outro lado, que este possa ter “dúvidas e preocupações” sobre a guerra.

De Xi Jinping, com quem mantém "uma amizade sem limites", não ouviu o apoio direto. O presidente chinês disse apenas que quer que os dois países trabalhem juntos como “grandes potências.”

A Organização para a Cooperação de Xangaisucedeu à organização dos Cinco de Xangai. Especialistas dizem que a organização nasceu para contrabalançar a influência dos EUA no mundo. Além da China e da Rússia, fazem parte do grupo o Cazaquistão, a Índia, o Paquistão, o Quirguistão, o Tajiquistão e o Uzbequistão, onde decorreu, esta semana, a cimeira.

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