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Fundação Oceano Azul protege o planeta com expedição em Portugal para salvar oceanos

Fotografia captada pela expedição Oceano Azul em outubro de 2022
Fotografia captada pela expedição Oceano Azul em outubro de 2022 Direitos de autor NUNO VASCO RODRIGUES/AFP
Direitos de autor NUNO VASCO RODRIGUES/AFP
De  Patricia Tavares
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O mundo está concentrado na proteção dos oceanos, porque são responsáveis pela maior parte do oxigénio que respiramos

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A Fundação Oceano Azul concentra-se na proteção do planeta azul. Portugal recebeu a Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, em junho deste ano, e a Fundação decidiu lançar uma expedição marítima científica ao largo da costa de Cascais, a norte de Lisboa.

O mundo está concentrado na proteção dos oceanos, porque são responsáveis pela maior parte do oxigénio que respiramos. E esta missão concentra-se na identificação das várias espécies de fauna e flora, nas profundezas dos oceanos ainda pouco conhecidas, para criar uma zona marítima protegida.

Com a criação da maior área marinha protegida no Atlântico Norte, com 2677 quilómetros quadrados ao largo da ilha Madeira, desde o final de 2021, Portugal espera tornar-se líder na conservação dos oceanos a nível mundial. O mundo está de acordo que é preciso passar das intenções à ação.

E, na última Conferência dos Oceanos, vários países chegaram a entendimento em relação a considerarem 30% das áreas oceânicas como protegidas até 2030. É é isso que a Fundação Oceano Azul quer fazer: proteger a água dos oceanos - que é a Liga Universal entre a humanidade e o planeta.

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