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Lula questiona possíveis financiadores de "discursos de golpe"

Apoiante de Jair Bolsonaro em protesto no Rio de Janeiro, Brasil
Apoiante de Jair Bolsonaro em protesto no Rio de Janeiro, Brasil Direitos de autor Silvia Izquierdo/Copyright 2022 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Silvia Izquierdo/Copyright 2022 The AP. All rights reserved
De  Euronews com LUSA
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Apoiantes de Bolsonaro voltaram aos protestos. Forças Armadas descartam fraude eleitoral, apesar de levantarem dúvidas sobre fiabilidade do sistema eletrónico.

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Inconformados com os resultados das eleições brasileiras, apoiantes de Jair Bolsonaro voltaram às ruas do Rio de Janeiro, esta quarta-feira, para contestar o regresso de Lula da Silva ao poder.

Mas, apesar dos apelos à intervenção militar, as Forças Armadas descartam a existência de fraude durante a ida às urnas. 

Matias Delacroix/Copyright 2022 The AP. All rights reserved
Apoiante de Jair Bolsonaro junto a cartaz de apelo à intervenção das Forças Armadas, São Paulo, BrasilMatias Delacroix/Copyright 2022 The AP. All rights reserved

Num relatório divulgado pelo ministério brasileiro da Defesa são levantadas dúvidas em relação à fiabilidade do sistema eletrónico, mas em nenhum ponto é referida a existência de crime, ou conduta intencional.

Numa nota divulgada pelo presidente Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, é revelado que o TSE recebeu “com satisfação” o relatório das eleições feito pelas Forças Armadas. Ainda no mesmo documento, o TSE "reafirma que as urnas eletrónicas são motivo de orgulho nacional" e que ficaram comprovadas "a eficácia, a lisura e a total transparência da apuração e da totalização dos votos”.

No mesmo dia em que visitou o Supremo Tribunal e se reuniu à vez com os presidentes das duas câmaras legislativas, o atual chefe de Estado brasileiro foi questionado pelos jornalistas sobre a contestação popular. 

Lula da Silva repudiou os protestos, que considera estarem a ser veículos de "discursos golpistas" e foi mais longe, frisando que "é preciso detetar quem é que está financiando esses protestos que não têm pé nem cabeça".

Fontes diplomáticas confirmaram à agência LUSA, que, após a passagem pela COP27, o presidente brasileiro estará em Portugal dia 18 de novembro.

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