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Casa de Ayatollah Khomeini visada por protestos

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AP Direitos de autor Vahid Salemi/Copyright 2022 The AP. All rights reserved.
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Pelo menos 342 pessoas perderam a vida em dois meses de contestação, segundo ONG

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Os arredores da antiga residência do Ayatollah Khomeini, fundador da República Islâmica do Irão, no sul do país, foram visados por manifestantes que voltaram a desafiar a violenta repressão dos protestos que se multiplicam desde o meio de setembro.

Centenas de iranianos voltaram a sair à rua em vários pontos do país, coincidindo com o terceiro aniversário do chamado "novembro sangrento" de 2019, quando mais de 300 manifestantes - segundo a Amnistia Internacional - foram mortos na repressão dos protestos contra a subida dos preços dos combustíveis.

As autoridades iranianas parecem ter dificuldades em conter a vaga de protestos iniciada a 16 de setembro, depois da morte em cativeiro da jovem Mahsa Amini, detida pela polícia alegadamente por uso incorreto do véu islâmico. Segundo a ONG Iran Human Rights, 342 pessoas perderam a vida em dois meses de contestação.

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