EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

Lula propõe grupo de mediação para a paz na Ucrânia

Chanceler alemão Olaf Scholz, à esquerda, cumprimenta o Presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva, antes de uma reunião bilateral no Palácio do Planalto, em Brasília
Chanceler alemão Olaf Scholz, à esquerda, cumprimenta o Presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva, antes de uma reunião bilateral no Palácio do Planalto, em Brasília Direitos de autor Eraldo Peres/AP
Direitos de autor Eraldo Peres/AP
De  Teresa Bizarro
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

O presidente brasileiro recebeu em Brasília o chanceler alemão. Olaf Scholz tornou-se no primeiro líder europeu a reunir-se com Lula depois da posse

PUBLICIDADE

O chanceler alemão foi o primeiro líder europeu a subir as escadas do Palácio do Planalto, em Brasília, desde que Lula da Silva voltou a sentar-se a cadeira de presidente do Brasil. Entre os dois, uma agenda cheia de questões bilaterais e internacionais. A começar pela guerra na Ucrânia.

O Presidente brasileiro reconhece os esforços da Alemanha e outros países para evitar o conflito, mas propõe a criação de um grupo para mediar um acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia. Lula dá como exemplo o G20, criado para ultrapassar a crise económica de 2008.

Para ultrapassar uma outra crise - a ambiental - Olaf Scholz prometeu um envelope de mais de 180 milhões de euros. "É uma soma importante" e "vamos continuar (a cooperar) neste sentido", disse o chanceler numa conferência de imprensa após o encontro com o presidente brasileiro.

Lula já sabe o que fazer com estes fundos e vai começar pela Amazónia. "Vamos tomar todas as medidas para pôr fim à mineração ilegal. Vamos tirar de lá os mineiros, e vamos cuidar do povo Yanomami, que precisa de ser tratado com respeito," declarou o presidente brasileiro.

A Alemanha já tinha anunciado no início deste ano que voltaria a reforçar o Fundo Amazonas, congelado em 2019 devido às políticas ambientais do mandato do Bolsonaro. "O Brasil é o pulmão do mundo. Se tiver problemas, todos nós temos de o ajudar", disse o chanceler alemão.

Olaf Scholz, acompanhado por uma delegação de empresários alemães, cumpriu no Brasil a última etapa de um pequeno périplo pela América Latina. Esteve também no Chile e na Argentina. Os três países visitados criticaram na ONU a invasão russa da Ucrânia, mas não adoptaram sanções contra Moscovo.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

EUA rejeitam críticas de Lula sobre guerra na Ucrânia

Chanceler alemão Olaf Scholz aumenta orçamento de defesa alemão

Fogos na Amazónia tornam Manaus irrespirável