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Incêndio num prédio em Lisboa faz dois mortos 14 feridos

ARQUIVO - Bombeiros Sapadores de Lisboa impediram que o incêndio alastrasse ao resto do edifício
ARQUIVO - Bombeiros Sapadores de Lisboa impediram que o incêndio alastrasse ao resto do edifício Direitos de autor MIGUEL A.LOPES/LUSA
Direitos de autor MIGUEL A.LOPES/LUSA
De  Euronews com Lusa
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O fogo no rés-do-chão de um prédio junto ao Martim Moniz deixou pelo menos 20 pessoas desalojadas

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Um incêndio num prédio, em Lisboa, provocou dois mortos e 14 feridos na noite de sábado. O fogo foi circunscrito ao rés-do-chão do edíficio de quatro andares, em pleno bairro da Mouraria, junto ao Martim Moniz. De acordo com as autoridades, as vítimas são todas de nacionalidade estrangeira. Pelo menos 20 pessoas terão ficado desalojadas.

As causas do incêndio não são para já conhecidas. O alerta do incêndio foi dado às 20:37 (hora local) e o fogo foi extinto às 21:15. De acordo com o Regimento de Sapadores de Lisboa, a maior parte dos feridos deveu-se a inalação de fumos e quatro dos feridos são crianças. 

O Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) revelou que seis pessoas "indicaram necessitar de alojamento de emergência”. Margarida Castro, diretora desta estrutura da Câmara de Lisboa, ressalvou que os dados ainda estão em atualização e que as primeiras informações indicam que o número de residentes no prédio será maior.

Marcelo lamenta vítimas mortais

O Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, falou sábado à noite com o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, para “se inteirar das consequências” do incêndio na Mouraria, "lamentando a perda de vidas humanas".

O presidente da autarquia da capital, Carlos Moedas, esteve no local acompanhado do presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior e garantiu apoio para os desalojados.

Segundo uma nota da Presidência da República enviada à Agência Lusa, Carlos Moedas explicou a Marcelo Rebelo de Sousa os contornos conhecidos do incêndio, bem como "das iniciativas já tomadas pela câmara municipal para alojar e acompanhar a situação das pessoas afetadas”.

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