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Milhares de israelitas nas ruas contra reforma judicial de Natanyahu

Manifestação de israelitas contra a reforma judicial do governo, às portas do Knesset, em Jerusalém, Israel
Manifestação de israelitas contra a reforma judicial do governo, às portas do Knesset, em Jerusalém, Israel Direitos de autor  Ohad Zwigenberg/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
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Polémico projeto de lei foi aprovado, esta segunda-feira, por comissão parlamentar. Decisão final está agora nas mãos do parlamento israelita.

Dezenas de milhares de pessoas reuniram-se, esta segunda-feira, frente ao parlamento israelita (Knesset) para contestar a reforma judicial em marcha no país.

Após uma sessão parlamentar turbulenta, a comissão parlamentar de Constituição, Direito e Justiça aprovou, numa primeira ronda, o projeto de lei que pretende retirar ao Supremo Tribunal de Israel competências na supervisão da legislação, permitir aos legisladores anular as decisões judiciais por maioria de votos e conferir ao governo o poder de nomear juízes. 

A polémica revisão do sistema judicial promovida pelo executivo de Benjamin Netanyahu segue agora para o Knesset, onde caberá aos deputados aprovar ou rejeitar a proposta legislativa.

A mais recente vaga de manifestações convocada pelos partidos da oposição e grupos de protesto realizou-se este sábado, tendo juntado na contestação cerca de 200 mil israelitas em todo o país.

Os manifestantes foram já classificados como "patriotas" pelo presidente israelita Isaac Herzog, que, num discurso proferido este domingo à noite, apresentou uma proposta para negociações. 

Também durante o fim de semana, o presidente norte-americano Joe Biden apelou a que o primeiro-ministro israelita se concentrasse na "construção de consensos", mas Netanyahu não parece disposto a recuar.

O primeiro-ministro israelita, que voltou ao poder no final de dezembro, após quatro anos de impasse político, encontra-se atualmente acusado pela Justiça de corrupção

Líder de uma coligação de extrema-direita e ultra-ortodoxa, Netanyahu defende que a reforma em curso é necessária para travar a ação dos juízes excessivamente ativistas, controlar a alegada corrupção judicial e aumentar a diversidade em Israel.

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