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À procura de aliados

Antony Blinken no Cazaquistão
Antony Blinken no Cazaquistão Direitos de autor Olivier Douliery/Pool Photo via AP
Direitos de autor Olivier Douliery/Pool Photo via AP
De  Euronews com AFP
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O presidente da Bielorrússia começou uma visita à China e o secretário de Estado norte-americano faz a primeira viagem oficial à Ásia Central

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O presidente da Bielorrússia começou esta terça-feira uma visita de três dias à China. Alexander Lukashenko tem sido um dos principais aliados de Vladimir Putin. Apoiou a decisão do Kremlin em relação à Ucrânia e permitiu que o seu território fosse utilizado no inicio da invasão.

A visita de Lukashenko acontece dias depois da China divulgar um “plano de paz” para a guerra, e numa altura em que os Estados Unidos voltam a avisar Pequim sobre a possibilidade de “consequências graves” se fornecer armas a Moscovo.

Antes da partida, em declarações à agencia de noticias estatal chinesa, o presidente bielorrusso criticou o abate do balão chinês que sobrevoava território norte-americano, e disse que nos dias de hoje “ninguém pode impedir o desenvolvimento da China”.

Antony Blinken no Cazaquistão

Do lado dos Estados Unidos, a administração Biden comprometeu-se a apoiar a soberania das cinco antigas repúblicas soviéticas da Ásia Central.

Esta terça-feira, em Astana, a capital cazaque, o secretário de Estado norte-americano disse que Washington deu "grandes passos" para fortalecer a relação com o Cazaquistão, e que vai encontrar formas de estreitar laços com o Quirguistão, Tadjiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão.

Nos encontros com os principais principais diplomatas destes cinco países, Antony Blinken sublinhou a mensagem de que “ninguém pode dar-se ao luxo de ignorar as ameaças colocadas pela agressão russa não só ao seu território mas também à ordem internacional”.

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