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Kiev reclama avanços em Bakhmut

Vista aérea mostra tanques russos danificados perto de Bakhmut, na região de Donetsk, Ucrânia
Vista aérea mostra tanques russos danificados perto de Bakhmut, na região de Donetsk, Ucrânia Direitos de autor Libkos/AP
Direitos de autor Libkos/AP
De  Teresa Bizarro
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Tropas ucranianas divulgaram imagens da alegada reconquista de posições em Bakhmut, mas a Rússia diz ter travado os avanços ucranianos matando "1500 soldados" num só dia

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Ucrânia volta a reclamar avanços em Bakhmut. Kiev divulgou imagens que alegadamente registam ataques a posições russas junto à cidade no leste do país.

Há relatos de "acções ofensivas" em vários pontos - ataques que a Rússia diz estar a travar "em grande escala".

Mantém-se no entanto o silêncio sobre a tão aguardada contra-ofensiva de Kiev. Zelenskyy agradeceu o trabalho dos militares no terreno na defesa de Bakhmut.

"Estou grato a cada um dos nossos soldados, a todos os nossos defensores, que nos deram as notícias de que estamos à espera hoje. Direcção Bakhmut - muito bem, soldados!,"afirmou o presidente da Ucrânia numa comunicação ao país.

Volodymyr Zelenskyrecebeu em Kiev o ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, James Cleverly.

Um encontro que ocorre poucos dias após o antigo presidente russo Medvedev descrever o Reino Unido como o eterno inimigo da Rússia. Cleverly reforçou o apoio britânico à Ucrânia.

Números da Rússia são "uma fantasia", diz Prigozhi

Na guerra da informação, Moscovo divulgou imagens da ofensiva das forças ucranianas na região de Donetsk. O ministério russo da Defesa diz ter travado a ofensiva que visava a região de Donetsk.

Moscovo reclama a morte de 1500 soldados ucranianos e a destruição de dezenas de veículos de combate. Um número considerado fantasioso pelo líder do grupo paramilitar russo Wagner. Yevgeny Prigozhi tem sido crítico das Forças Armadas da Rússia.  "Matar 1500 soldados num só dia é um massacre dos diabos", disse referindo-se às informações do porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov. "De facto, porque não somamos todos os números que Konashenkov nos deu. Acho que já destruímos todo o planeta Terra cinco vezes", ironizou Prigozhi.

A televisão estatal russa focou a atenção na destruição de cidades fronteiriças na região de Belgorod, no sudoeste da Rússia.

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