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Mais protestos em Israel após avanço em direção à restrição do poder judicial

Grandes manifestações contra reforma judicial repetem-se desde o início do ano.
Grandes manifestações contra reforma judicial repetem-se desde o início do ano. Direitos de autor Ohad Zwigenberg/Copyright 2023 The AP All rights reserved
Direitos de autor Ohad Zwigenberg/Copyright 2023 The AP All rights reserved
De  Verónica Romano
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Governo de extrema-direita deu primeiro passo para impedir Supremo Tribunal de poder rever decisões dos ministros

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Milhares de israelitas bloquearam estradas e o principal aeroporto internacional do país esta terça feira.

Os protestos eclodiram depois de, na segunda-feira, o governo de extrema-direita ter avançado com um projeto de lei que pretende retirar ao Supremo Tribunal o poder de rever as decisões dos ministros.

Pelo menos 70 pessoas foram detidas.

Grandes manifestações contra a reforma judicial repetem-se desde o início do ano.

"Há mais de meio ano que protesto, porque o nosso governo decidiu mudar a face do país", contou Yael Erez, estudante de medicina. 

"Passamos de uma nação democrática, que dá poder a todos e protege os nossos direitos, a um Estado desigual, que dá prioridade aos interesses pessoais dos que estão no poder", concluiu.

"Sinto que este governo está simplesmente a ignorar os seus cidadãos. Metade da nação sente-se negligenciada e isso é muito doloroso. Ver o que estão a fazer ao nosso belo país parte-nos o coração", confessou o engenheiro Naor Huri.

O parlamento de Israel aprovou a primeira votação sobre a proposta que pretende limitar o poder judicial. 

Esperam-se mais duas votações até ao final do mês para que o projeto se torne lei.

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