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Cimeira da Amazónia: Apelo aos países industrializados para que façam mais para salvar floresta

Da esquerda para a direita, presidente da Colômbia, do Brasil, da Bolívia, do Peru e vice-presidente da Venezuela.
Da esquerda para a direita, presidente da Colômbia, do Brasil, da Bolívia, do Peru e vice-presidente da Venezuela. Direitos de autor Eraldo Peres/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Eraldo Peres/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
De  Verónica Romano
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Há já 14 anos que os líderes dos países amazónicos não se reuniam

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Esta terça-feira, o primeiro dia da cimeira da Amazónia, os líderes políticos dos países da região pediram às nações industrializadas que façam mais para salvar a maior floresta tropical do planeta.

"A Amazónia é o nosso passaporte para uma nova relação com o mundo, uma relação mais simétrica, em que nossos recursos não são explorados para beneficiar poucos, mas valorizados e colocados a serviço de todos", disse Lula da Silva, presidente do Brasil.

A cimeira, que decorre na cidade brasileira de Belém, termina esta quarta-feira, dia em que se torna ainda mais internacional. Representantes da Alemanha e da Noruega, os dois maiores contribuintes para o Fundo Amazónia do Brasil, vão estar presentes.

Um grupo de indígenas protestou à porta do local do evento na terça-feira. Seguravam cartazes com mensagens contra o capitalismo, a indústria do petróleo e a exploração mineira de ouro.

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