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Situação na Central Nuclear de Zaporíjia é um dos temas centrais de encontro da AIEA

Rafael Grossi, Diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica
Rafael Grossi, Diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica Direitos de autor ALEX HALADA/AFP or licensors
Direitos de autor ALEX HALADA/AFP or licensors
De  Nara Madeira com AFP, AP
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Agência Internacional de Energia Atómica debate, e entre outras coisas, a situação na Central Nuclear de Zaporíjia.

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A adoção de um projeto de resolução sobre segurança e proteção nuclear e a sensível questão ucraniana está no centro da Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atómica. 

No dia em que Rafael Grossi foi reconduzido para um segundo mandato (de quatro anos), enquanto diretor-geral do organismo, o responsável frisava a importância da presença da referida agência na central nuclear de Zaporíjia. Grossi falava das vezes que os "peritos em segurança da AIEA atravessaram as linhas da frente da guerra para aceder à central" nuclear de Zaporíjia e garantia que a "situação na central, que continua muito, muito frágil".

Para Grossi a presença de peritos da Agência Internacional de Energia Atómica em Zaporíjia é crucial porque ajuda a estabilizar a situação e também para "manter o mundo informado".

Nuclear Iraniano também em debate

O nuclear iraniano também não foi esquecido no primeiro dia da conferência, que decorre até dia 29 em Viena, na Áustria. O diretor-geral da organização instava o país a cooperar e falava em consequências graves. "Só a plena cooperação do Irão e resultados tangíveis nos levarão às garantias credíveis de que o programa nuclear do Irão é exclusivamente pacífico", afirmava Grossi.

No sábado, o organismo dizia que o Irão tinha retirado a acreditação a vários inspetores da ONU. Teerão justificava a medida como uma retaliação ao que chamava de "abusos políticos" cometidos pelos EUA, França, Alemanha e Grã-Bretanha.

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