EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

União Europeia garante proteção temporária a refugiados ucranianos até março de 2025

Mãe e filho, ambos ucranianos, refugiados na Hungria
Mãe e filho, ambos ucranianos, refugiados na Hungria Direitos de autor ATTILA KISBENEDEK / AFP
Direitos de autor ATTILA KISBENEDEK / AFP
De  Euronews com AP, AFP
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Conselho Europeu prorroga, até 4 de março de 2025, estatuto de proteção temporária para quem foge da invasão russa da Ucrânia.

PUBLICIDADE

O Conselho Europeu decidiu prorrogar, até 4 de março de 2025, o estatuto de proteção temporária para os refugiados que fogem da guerra na Ucrânia

O sistema europeu proporciona uma proteção imediata e coletiva aos deslocados, sem necessidade de análise individual dos pedidos, e concede aos refugiados ucranianos o direito de residência, acesso ao mercado de trabalho, assistência médica e social e educação das crianças nos países da União Europeia.

De acordo com a Comissária Europeia para os Assuntos Internos, Ylva Johansson, cerca de 250 000 pessoas atravessam, todas as semanas, as fronteiras entre a Ucrânia e a UE, em ambas as direções.

O Ministro do Interior espanhol, Fernando Grande-Marlaska Gómez, garantia que "a UE apoiará o povo ucraniano o tempo que for necessário". A prorrogação do estatuto de proteção, frisava, "oferece segurança aos refugiados que encontraram um refúgio seguro na UE".

O referido mecanismo foi ativado a 04 de março de 2022, alguns dias depois de as Forças Armadas russas terem lançado uma invasão, em grande escala, na Ucrânia.

Trata-se de uma medida de emergência, da União Europeia, que é ativado em circunstâncias excecionais de afluxo maciço de pessoas e foi adotado, pela primeira vez, em 2001, devido aos conflitos armados nos Balcãs Ocidentais.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

ONG italiana ajuda ucranianos a superarem traumas de guerra no próprio país

Refugiados ucranianos em Espanha vivem incerteza

Ataque aéreo a Kharkiv faz pelo menos sete mortos. Zelenskyy condena brutalidade russa