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Equipa da ONU investiga ataque mortífero de Hroza

Ataque foi um dos mais mortíferos desde o início da guerra
Ataque foi um dos mais mortíferos desde o início da guerra Direitos de autor AP/Ukrainian Police Press Office
Direitos de autor AP/Ukrainian Police Press Office
De  Ricardo Figueira
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Ataque russo com míssil fez pelo menos 52 mortos e é um dos mais mortíferos desde que começoou a guerra na Ucrânia. Zelenskyy diz que Rússia vai voltar a atacar as instalações energéticas.

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Uma equipa de investigação das Nações Unidas chega este sábado à aldeia de Hroza, na Ucrânia, onde a Rússia fez um dos ataques mais mortíferos desde o início da guerra, na quinta-feira. Contam-se, pelo menos, 52 mortos.

Com o aproximar do Inverno, surge o receio de que a Rússia, tal como no ano passado, comece a atacar as instalações energéticas ucranianas para privar o país de energia.

Volodymyr Zelenskyy, presidente da Ucrânia, disse: "Este inverno, os terroristas russos tentarão novamente destruir o nosso sistema elétrico. Não conseguem aceitar a ideia de que a Ucrânia não será conquistada de qualquer forma. Vão tentar novos ataques e fazer mais tentativas para contornar as nossas defesas. Vencer este inverno, ultrapassar todas as dificuldades e proporcionar proteção ao nosso povo é crucial".

Vencer este inverno é crucial.
Volodymyr Zelenskyy
Presidente da Ucrânia

Depois da tragédia de Hroza, um outro ataque com míssil, desta vez em Kharkiv, fez dois mortos: uma criança de dez anos e a avó. O ataque fez ainda mais de 30 feridos e obrigou ao realojamento de 17 famílias.

Na última noite, foram ouvidas explosões em Odessa, no Mar Negro. Segundo a Ucrânia, trata-se de mísseis russos disparados de navios.

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