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Bombardeamentos continuam enquanto Gaza espera ajuda

AFP
AFP Direitos de autor MAHMUD HAMS/AFP or licensors
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De  Euronews
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Israel continua a bombardear intensamente a Faixa de Gaza, que desespera pela ajuda humanitária proveniente do Egito

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A visita do presidente norte-americano ao Médio Oriente não diminuiu a intensidade da ofensiva israelita sobre a Faixa de Gaza. 

 Os últimos bombardeamentos mataram, nomeadamente, a primeira mulher a ocupar um cargo no gabinete político do Hamas, Yamila al-Shanti. 

Uma informação avançada pelo Conselho Legislativo Palestiniano, enquanto uma coluna de assistência humanitária espera no Egito para aceder a Gaza, como explica a correspondente da Euronews no terreno, Valérie Gauriat:

"A noite não tem foi calma depois da visita do Presidente dos EUA, Joe Biden, a Israel. Foram registados ataques aéreos israelitas na parte sul de Gaza, que terão matado uma família. E dois palestinianos terão sido mortos em confrontos com soldados na Cisjordânia, onde se registaram muitas detenções.

_Por seu lado, o exército israelita afirmou que tinha disparado contra alvos do Hezbollah no sul do Líbano, em resposta aa disparos anti-tanque no norte de Israel.
_

Não há pormenores quanto a uma potencial ofensiva terrestre em Gaza, depois de o primeiro-ministro israelita, Netanyahu, ter dito que o apoio dos EUA iria mudar a equação desta guerra.

_Ao mesmo tempo, 3.000 toneladas de ajuda estão à espera no ponto de passagem de Rafah, do lado egípcio. O Egipto concordou em deixar passar 20 camiões de alimentos e água. Mas a estrada do lado egípcio tem de ser reparada. Foi danificada pelos ataques aéreos israelitas em Gaza. Além disso, Israel está a exigir que sejam identificadas zonas seguras para a entrega da ajuda, de modo a evitar que o Hamas se apodere desta ajuda.
_

Entretanto, meio milhão de pessoas estão a acumular-se nas instalações da ONU, pessoas deslocadas. As instalações estão sobrelotadas. Há relatos de que muitas famílias estão agora a regressar ou a considerar regressar às suas casas no Norte, pois sentem que não podem estar seguras em lado nenhum de Gaza."

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