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A vida em Gaza "está acabar-se"

Em Gaza, falta tudo, devido à dificuldade em fazer passar em segurança os camões com ajuda humanitária
Em Gaza, falta tudo, devido à dificuldade em fazer passar em segurança os camões com ajuda humanitária Direitos de autor Hatem Ali/AP
Direitos de autor Hatem Ali/AP
De  Teresa Bizarro
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Israel declarou o norte de Gaza como "campo de batalha", mas nem o sul tem condições de refúgio, sem segurança, cuidados médicos, água ou alimentos.

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Israel declarou este sábado o norte da Faixa de Gaza e a cidade de Gaza como "campo de batalha". O porta-voz das Forças Armadas israelitas diz que o tempo para quem lá vide "está a acabar-se".

A verdade é que o tempo parece estar a acabar-se em toda a Faixa de Gaza. Os bombardeamentos são intensos não poupanm sequer o sul onde falta tudo: segurança, cuidados médicos, água, alimentos.

O Alto Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros usou as redes sociais para condenar todos os ataques contra civis. Borrell sublinha que o isolamento de Gaza viola o Direito Internacional Humanitário.

Para Volker Türk , Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, os bombardeamento que começaram sexta-feira à noite, em Gaza, "pelas forças israelitas e as operações terrestres terão sido os mais intensos até agora, levando esta terrível crise a um novo nível de violência e dor."

O Secretário-Geral das Nações Unidas criticou também "escalada sem precedentes dos bombardeamentos" de Israel contra a Faixa de Gaza.

Uma ofensiva, diz Guterres, que "minou os objectivos humanitários" do cessar fogo aprovado na sexta-feira, por esmagadora maioria pela Assembleia Geral da ONU.

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