Greve parcial da Função Pública em Itália reúne 60 mil pessoas em Roma

Greve parcial da Função Pública em Itália
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De  Patricia Tavares
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Protesto contra proposta de Orçamento do Estado organizado pelos dois maiores sindicatos italianos.

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Os dois maiores sindicatos de Itália (CGIL e UIL) cumpriram a promessa e deram início nesta sexta-feira a uma greve parcial dos serviços públicos. O governo tentou pedir a suspensão do protesto contra a proposta do Orçamento do Estado para 2024, mas sem sucesso.

"Nos próximos anos haverá 60 mil milhões de cortes nas pensões.  Perguntamos o que fizeram pela segurança do emprego. Absolutamente nada. E, infelizmente, continuamos a ter todos os dias 2 a 3 mortes no trabalho", explicou o Líder do sindicato UIL, Pierpaolo Bombardieri.

Os dois sindicatos italianos mobilizaram-se para cinco dias de greves e manifestações em diferentes regiões de Itália, de norte a sul e nas ilhas. Exigem mudanças na política orçamental e entram numa luta contra o empobrecimento dos trabalhadores. O Ministro dos Transportes, Matteo Salvini, falou de uma minoria em greve e a Ministra do Trabalho, Marina Elvira Calderone, disse estar disposta a ouvir as reivindicações.

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