Declaração final da cimeira da APEC não traz novidades

Presidente do Peru, Dina Boluarte e presidente dos EUA, Joe Biden, na cimeira da APEC, em São Francisco, 16 de novembro de 2023
Presidente do Peru, Dina Boluarte e presidente dos EUA, Joe Biden, na cimeira da APEC, em São Francisco, 16 de novembro de 2023 Direitos de autor Evan Vucci/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
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As guerras na Ucrânia e em Gaza não estiveram no foco da cimeira e nem sequer foram mencionadas na declaração dos líderes.

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Os 21 países que compõem o fórum de Cooperação Económica Ásia-Pacífico (APEC) aprovaram, por unanimidade, o texto final da cimeira, que decorreu em São Francisco, nos Estados Unidos.

Joe Biden foi um dos primeiros líderes a deixar a reunião, depois de passar o testemunho à presidente do Peru, Dina Boluarte, que receberá o encontro em 2024.

“Veremos mais mudanças tecnológicas nos próximos dez anos do que vimos nos últimos 50 anos. Isto não é uma hipérbole. Acho que vamos ver isto a mudar muito rapidamente e juntos temos que garantir que mude para melhor."

Um dos principais temas das conversas foi a luta contra o Fentanil, uma droga sintética muito poderosa, extremamente viciante, em disseminação rápida nos EUA. 

Biden falou com o presidente mexicano, Manuel López Obrador e com o presidente chinês, Xi Jinping. Acredita-se que o México seja o principal ponto de passagem e a China seja a origem dos precursores da droga.

"Declaração Golden Gate" aprovada pelos líderes não inclui notícias muito sensacionais, prometendo continuar nas questões de melhoria do comércio,  da economia ecológica, na luta contra as alterações climáticas, bem como "aproveitar" o avanços tecnológicos e continuar a "discussão internacional sobre governança para tecnologia digital".

As guerras na Ucrânia e em Gaza não estiveram no foco da conferência e nem sequer foram mencionadas na declaração dos líderes. Os delegados russos foram recebidos  como todos os outros, pessoalmente por Joe e Jill Biden. No entanto, foi emitida uma declaração separada do presidente, mencionando que "a maioria dos membros condena veementemente a agressão contra a Ucrânia".

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