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Familiares dos reféns do Hamas não perdem a esperança

Familiares dos reféns do Hamas não perdem a esperança
Familiares dos reféns do Hamas não perdem a esperança Direitos de autor AP Photo
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De  Shona Murrayeuronews
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Israel mantém-se inflexível e garante que não haverá um cessar-fogo enquanto os reféns não forem libertados

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O ataque do Hamas a território israelita, no dia 7 de outubro, resultou na tomada de cerca de 240 reféns pelo movimento palestiniano e numa ofensiva militar de Israel sem poupar ninguém na Faixa de Gaza. Benjamin Netanyahu tem-se mostrado implacável e garante que não haverá qualquer cessar-fogo enquanto os reféns não forem libertados, ignorando os repetidos apelos da comunidade internacional.

No fim de outubro, o Hamas acedeu à libertação de uma pequena minoria dos sequestrados por razões humanitárias. Em Israel, os familiares dos que se ainda encontram nas mãos do Hamas têm pressionado o governo desde então e não descansam enquanto as famílias não estiverem todas reunidas.

A mãe de Sharone Lifschitz, Yocheved, de 85 anos, foi libertada do cativeiro do Hamas algumas semanas depois de ter sido raptada. O seu pai Oded, de 83 anos, continua refém:

"Muitos da nossa comunidade estão mortos. Muitos são reféns. Muitos estão profundamente traumatizados. A nossa casa foi queimada. A nossa comunidade está dispersa por todo o país. O coração da minha mãe está em Gaza, com as outras pessoas que lá estão.

A forma como foi tratada é apenas uma pequena parte de uma história em que houve crimes horríveis. Temos 1.400 mortos. Temos pessoas que foram mutiladas e queimadas vivas.

Toda a Faixa de Gaza foi tomada como refém pelo Hamas. Estas pessoas são criminosas. São uma organização terrorista pior do que o ISIS, pior do que o Boko Haram. Os crimes que cometeram são impossíveis de dizer nas notícias da noite.

Por isso, a minha mãe não tem qualquer afinidade com estas pessoas. Ela conhece muitas pessoas em Gaza. Conheceu-as ao longo dos anos. Viu que há lá seres humanos como nós."

Apesar das atrocidades cometidas na Faixa de Gaza, e de se admitir que parte dos reféns tenha já perdido a vida, em Israel, ainda há esperança.

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