Preços caem apesar de corte na produção da OPEP+

Produção será reduzida em dois milhões de barris por dia até ao primeiro trimestre de 2024
Produção será reduzida em dois milhões de barris por dia até ao primeiro trimestre de 2024 Direitos de autor Eric Gay/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
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Restantes países da OPEP+ juntam-se à Rússia e à Arábia Saudita na redução da produção. Bloco prepara-se para acolher o Brasil em janeiro.

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Os países da OPEP+ decidiram reduzir ainda mais a produção de petróleo até ao primeiro trimestre de 2024, em menos dois milhões de barris por dia. Estes países juntam-se à Rússia e à Arábia Saudita, que têm os cortes em vigor desde o verão.

Apesar do anúncio do corte, os preços do petróleo caíram. A OPEP+ está a lutar para fazer subir os preços, que se mantêm baixos devido às previsões económicas pouco positivas para os EUA e a China, bem como à política dos EUA de fechar os olhos ao aumento da exportação de petróleo sancionado da Venezuela e do Irão.

A OPEP+ controla já cerca de 40% da produção mundial de petróleo e vai aumentar ainda mais o alcance: no dia 1 de janeiro, o Brasil vai tornar-se no 24º Estado membro da organização.

O governo brasileiro planeia aumentar a produção para 5,4 milhões de barris por dia até 2029 e tornar-se na quarta potência mundial produtora de petróleo, ultrapassando a Rússia.

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