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Ucrânia prepara mudanças no sistema de mobilização militar

Soldado ucraniano em frente a um veículo de combate
Soldado ucraniano em frente a um veículo de combate Direitos de autor Gregor Fischer/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
Direitos de autor Gregor Fischer/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
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Atualmente, qualquer ucraniano entre os 27 e os 60 anos pode ser mobilizado para o serviço militar

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O presidente da Ucrânia anunciou discussões ao mais alto nível sobre uma possível reforma do sistema de mobilização do país. Volodymyr Zelenskyy não deu muitos pormenores sobre o que está a ser corrigido, mas sublinhou que já estão em cima da mesa várias "sugestões concretas", referindo que a reforma deve estar alinhada com os objetivos militares que Kiev está a definir para 2024.

"Todos na Ucrânia compreendem que são necessárias mudanças neste domínio. Não se trata apenas do número de pessoas que podem ser mobilizadas. Trata-se de um calendário de desmobilização para todos os que estão atualmente nas forças armadas e para os que vão entrar para as forças armadas. E tem a ver com as condições. São coisas abrangentes", afirmou.

O sistema de recrutamento ucraniano em tempo de guerra tem sido criticado de tempos a tempos. Em meados de novembro, Kiev assistiu a um protesto de familiares de soldados, que exigiram mais clareza nas condições do serviço militar. Alguns manifestantes afirmaram que os seus homens não regressam a casa desde fevereiro de 2022.

Atualmente, qualquer ucraniano entre os 27 e os 60 anos pode ser mobilizado para o serviço militar. Em tempo de paz, os homens com idades compreendidas entre os 18 e os 27 anos eram elegíveis para o recrutamento obrigatório, sendo enviados para a reserva a partir dos 27 anos. Em tempo de guerra (oficialmente desde outubro de 2022), o sistema é efetivamente espelhado: o recrutamento regular (para as idades mais jovens) foi interrompido.

De acordo com a  Bloomberg, Zelenskyy tem defendido uma lei que reduz a idade de mobilização de 27 para 25 anos, o que daria à Ucrânia cerca de 140.000 soldados. A lei foi adoptada em maio, mas o presidente ainda não a assinou.

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