Câmara dos Deputados espanhola rejeita Lei de Amnistia

Lei da Amnistia rejeitada em Espanha
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A rejeição em primeira leitura significa que o texto terá de voltar à comissão parlamentar, onde poderá ser alterado.

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Em Espanha, a controversa Lei de Amnistia foi rejeitada pela Câmara dos Deputados, depois de o partido de Carles Puigdemont ter votado contra, por considerar que não ia suficientemente longe. A rejeição em primeira leitura significa que o texto terá de voltar à comissão parlamentar, onde poderá ser alterado.

O primeiro-ministro socialista concordou em aprovar a lei em troca do apoio parlamentar de dois pequenos partidos separatistas catalães, o que lhe permitiu formar um novo governo minoritário de esquerda, no final do ano passado.

Pedo Sánchez reconhece que, se não precisasse do apoio parlamentar dos separatistas catalães, não teria concordado com a amnistia. Diz também que a Lei de Amnistia será positiva para Espanha, porque acalmará as águas dentro da Catalunha. O anterior governo de Sánchez concedeu perdões a vários líderes presos, o que ajudou a sarar as feridas.

O projeto de lei pode abrir caminho para o regresso do ex-presidente catalão Carles Puigdemont, que fugiu de Espanha para a Bélgica depois de liderar a tentativa de secessão fracassada em 2017.

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