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Macron desloca-se à Nova Caledónia para tentar pôr termo à violência no arquipélago

Emmanuel Macron viaja até ao território francês de Nova Colónia esta terça-feira
Emmanuel Macron viaja até ao território francês de Nova Colónia esta terça-feira Direitos de autor Benoit Tessier/AP
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De  Euronews
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O anúncio foi feito pela porta-voz do governo francês esta terça-feira. A Nova Caledónia tem sido palco de confrontos armados, pilhagens, motins, incêndios e assaltos, desde a semana passada.

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O presidente Emmanuel Macron vai viajar, esta terça-feira à noite, até à Nova Caledónia, reforçando os poderes das forças de segurança e das medidas de emergência que foram mobilizados para controlar a agitação no território francês do Pacífico.

A porta-voz do governo francês, Prisca Thevenot, anunciou a viagem, que exigiu uma alteração na agenda de Macron, após uma reunião do conselho de ministros na terça-feira, onde o presidente francês anunciou que tinha decidido viajar até Nova Caledónia pessoalmente.

Confrontos já causaram seis mortes em Nova Caledónia

A Nova Caledónia tem sido palco de confrontos armados mortais, pilhagens, motins, incêndios e assaltos, que já causaram a morte de seis pessoas, incluindo dois polícias franceses, na semana passada.

Também pelo menos 60 membros das forças de segurança ficaram feridos e 214 pessoas foram presas em confrontos com a polícia, afirmou o alto comissário do território Louis Le Franc, citado pelas agências internacionais.

Le Franc, que também é o representante da República Francesa no arquipélago, anunciou medidas rigorosas no âmbito do estado de emergência, que vigorará durante pelo menos 11 dias, com um recolher obrigatório das 18h00 às 06h00. As forças militares francesas foram destacadas para proteger os portos e aeroportos e libertar as tropas da polícia.

De acordo com as agências internacionais, Paris destacou cerca de 1.000 agentes para Nova Caledóniapara reprimir os tumultos que começaram na passada segunda-feira, na sequência das novas reformas aos cadernos eleitorais apresentadas pelo Eliseu que administra aquele território com 270 mil habitantes.

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