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Portugal reforça segurança em aeroportos e embaixadas devido a conflito no Médio Oriente

Viajantes passam pelo aeroporto de Lisboa, em 5 de julho de 2022.
Viajantes passam pelo aeroporto de Lisboa, em 5 de julho de 2022. Direitos de autor  AP Photo
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De Ana Filipa Palma
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A PSP reforçou o efetivo em áreas junto das embaixadas e dos aeroportos. Uma medida que surge após reunião extraordinária de segurança onde se avaliou o nível do risco e da ameaça aos interesses de alguns países.

A PSP está a reforçar o policiamento junto de algumas embaixadas e aeroportos em Portugal. Na terça-feira, realizou-se uma reunião extraordinária do Gabinete Coordenador de Segurança (GCS), com a presença de vários ministros e chefias das forças de segurança (PSP, PJ, GNR,) devido à situação no Médio Oriente.

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Como resultado, a Polícia de Segurança Pública terá um "reforço do policiamento de área junto das embaixadas e aeroportos", confirmou à Euronews Sérgio Soares, porta-voz da PSP.

Além destas medidas, será estabelecido um contacto próximo com os responsáveis diplomáticos e haverá "um aumento da capacidade de pesquisa e tratamento de informação, bem como do nível de capacidade de resposta a incidentes", adianta o porta-voz da PSP.

Por questões de segurança, a PSP não detalha mais informações sobre quais são as embaixadas para as quais estão a ser reforçadas as medidas de segurança.

Num comunicado, o Sistema de Segurança Interna esclareceu que a reunião do Gabinete Coordenador de Segurança teve como objetivo "avaliar a evolução da situação no Médio Oriente e as suas potenciais repercussões na segurança interna, designadamente ao nível da proteção de infraestruturas críticas, do controlo de fronteiras e da salvaguarda dos espaços marítimo, aéreo e do ciberespaço". Contudo, não foi divulgada qualquer medida concreta, além da confirmada pela Euronews junto das autoridades em relação ao reforço do policiamento.

Segundo o jornal Expresso, o grau de ameaça terrorista mantém-se inalterado e, por isso, vigora o grau 3 “significativo”, estabelecido em 2023, após a escalada do conflito entre Israel e o Hamas. Antes estaria o grau 4, "moderado".

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