Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas na manhã de quinta-feira após um ataque matinal russo a um bloco de apartamentos em Dnipro, de acordo com as autoridades regionais.
Cinco pessoas ficaram feridas na manhã de quinta-feira após um ataque russo a um bloco de apartamentos em Dnipro, de acordo com as autoridades regionais.
"O inimigo está a atacar Dnipro. Um prédio alto foi danificado. Os primeiros relatos indicam que há vítimas. A extensão total dos danos está a sendo avaliada.", disse a um meio de comunicação regional Okelsandr Hanza Oleksandr Hanzha, chefe da Administração Militar do Oblast de Dnipropetrovsk
Foram lançados mais de 150 drones, contudo 130 foram intercetados. Os 16 drones que atingiram os alvos foram suficientes para causar danos.
, disse que "os apartamentos do primeiro e segundo andares do edifício de apartamentos pegaram fogo", escreveu.
As falhas de energia estão a afetar seis regiões, incluindo Sumy, Kharkiv, Zaporizhzhia e Dnipropetrovsk, sendo as regiões mais afetadas Odesa e Chernihiv, informou o ministro da Energia da Ucrânia.
O Ministério instou os residentes a evitar a utilização de eletricidade não essencial durante as horas de ponta para ajudar a reduzir a pressão sobre o sistema de energia.
Os ataques diurnos da Rússia aumentaram significativamente nos últimos dias, com quase mil drones lançados contra a Ucrânia em 24 horas entre segunda e terça-feira, tornando-se um dos maiores ataques aéreos de Moscovo desde o início da invasão em grande escala.
Metade dos drones foram lançados durante uma rara vaga diurna, incluindo o ataque da tarde de terça-feira ao centro da cidade ocidental de Lviv, que atingiu um local classificado como Património Mundial da UNESCO e deixou 32 pessoas feridas.
Pelo menos 20 pessoas ficaram feridas na quarta-feira nas regiões de Sumy, Zaporizhzhia, Kherson e Donetsk, incluindo sete na região de Kharkiv, de acordo com as autoridades regionais.
O conselheiro do ministério da Defesa ucraniano, Serhii Flash, afirmou na terça-feira que a Rússia está constantemente a mudar as suas táticas para ataques maciços, "tentando encontrar vulnerabilidades" e romper as defesas aéreas da Ucrânia.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, reforçou que a escala dos ataques russos torna "muito claro que a Rússia não tem qualquer intenção de acabar com esta guerra".
"E quando se considera que a Rússia também está a ajudar o regime iraniano a atacar em toda a região, a conclusão é bastante óbvia: sem uma pressão adicional e forte sobre a Rússia, sem perdas russas tangíveis, aqueles que estão em Moscovo não terão qualquer desejo de recuar na guerra ou de se habituarem novamente à paz", disse o presidente ucraniano.