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Fundador do Facebook não vai testemunhar ao parlamento britânico

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Christopher Wylie testemunhou esta terça-feira no Parlamento Britânico e afirmou que a utilização dos dados pessoais dos utilizadores da rede social também pode ter condicionado a campanha eleitoral de Donald Trump em 2016.

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O autor das denuncias sobre a violação a privacidade do Facebook garante que a Cambridge Analytica teve influência no referendo sobre o Brexit, em que 51,9% dos eleitores votaram a favor da saída do Reino Unido da União Europeia.

Christopher Wylie testemunhou esta terça-feira no Parlamento Britânico e afirmou que a utilização dos dados pessoais dos utilizadores da rede social também pode ter condicionado a campanha eleitoral de Donald Trump em 2016.

"Se estiveremos a lutar contra uma cultura de guerra, o Reino Unido desempenha um papel importante. Porque os americanos continuam a imaginar os britânicos ao estilo de Downton Abbey, todos são muito polidos, educados e refinados. Se os movimentos populistas crescem no Reino Unido, na cabeça dos americanos isso está validado. Se o Reino Unido o está a fazer, se o Reino Unido avança com o Brexit, então podemos eleger Trump", garantiu Wylie.

Entretanto o fundador do Facebook decidiu que não vai responder pessoalmente no Parlamento britânico. Zuckerberg deveria ser interrogado em Londres mas delegou a tarefa a um dos adjuntos.

Recorde-se que Zuckerberg já pediu desculpa publicamente pela "quebra de confiança", mas não vai ser ele a explicar o caso aos políticos britânicos.

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