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"Qualquer Estado-membro pode recorrer ao fundo de €100 mil milhões"

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Direitos de autor © Euronews
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De  Francisco MarquesIsabelle kumar
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Comissário europeu do Mercado Interno, Thierry Breton explicou pela Euronews o programa de assistência económica SURE, apresentado na quinta-feira

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A Comissão Europeia pretende combater o progressivo aumento do desemprego provocado pela pandemia de Covid-19 com o programa SURE, apresentado quinta-feira pela presidente Ursula von der Leyen.

A rápida progressão deste novo coronavírus e a consequente crescente morbidade estão a impor medidas de contenção excecionais nos "27" e a arrasar as perspetivas económicas de Governos, empresas e famílias.

O programa económico proposto pela Comissão Europeia baseia-se num fundo de €100 mil milhões ao qual as empresas a necessitar de proceder a "lay off" (dispensa de funcionários sem pagar vencimento) podem recorrer para garantir trabalhos com horários de curta duração, evitar despedimentos e assim ajudar também agregados familiares em risco a manterem algum rendimento.

Em entrevista exclusiva à Euronews, o comissário europeu para o mercado interno disse já haver "muitos estados-membros, como a França ou a Alemanha, onde medidas deste género ja foram implementadas, mas noutros não foi possível".

"Quisemos, por isso, ajudar esses países que não têm essa capacidade de colocar isto em prática tão rápido", justificou o comissário francês Thierry Breton, garantindo que "qualquer estado que deseje recorrer a este fundo, está a vontade para o fazer".

Garantir armas para a "guerra"

Outro problema que se coloca atualmente na União Europeia é a escassez do melhor equipamento e da medicação mais indicada para combater a Covid-19.

As medidas decontenção do vírus tem sido implementadas por cada Estado-membro e diferem de país para país na forma e duração

Falta ainda uma mobilização comum e concertada contra esta pandemia.

Alguns Estados-membros, se não todos e com Itália à cabeça, estão a ter problemas em garantir aos profissionais de saúde as armas necessárias para esta "guerra à Covid-19", como lhe chamou por exemplo o Presidente francês, Emmanuel Macron.

"A Itália, esperemos, já passou o pico da pandemia ou está agora no pico. O próximo país a alcança-lo pode ser a Espanha e depois talvez a França", perspetiva Thierry Breton, sublinhando: "É muito importante para todos anteciparmos esses picos da pandemia porque são os períodos onde é mais preciso ter, por exemplo, ventiladores e medicamentos".

"É essencial antecipar os picos e garantir a disponibilidade desse material", reforçou o comissário europeu do mercado interno numa entrevista concedida quinta-feira à noite em direto ao canal de língua inglesa da Euronews.

Outras fontes • Comissão Europeia

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