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Quer ouvir o som dos quadros da National Gallery?

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É assim que soa o quadro “Coastal Scene”, de 1892, da autoria de Theo van Rysselberghe? É, segundo Jamie XX, um dos membros do conhecido grupo

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É assim que soa o quadro “Coastal Scene”, de 1892, da autoria de Theo van Rysselberghe? É, segundo Jamie XX, um dos membros do conhecido grupo XX. Isto porque o músico britânico integra uma iniciativa da National Gallery de Londres: seis quadros expostos em seis salas à prova de som.

Cada uma das obras inspirou a criação de uma composição musical exclusiva, num audacioso exercício de reinterpretação. Chama-se Soundscapes esta mostra.

“Convidámos dois autores do panorama artístico contemporâneo, dois compositores de música clássica e depois decidimos ampliar o espetro, e escolhemos um técnico de som. No outro extremo deste leque, está alguém que está no apogeu do som urbano, que é o dj Jamie XX”, explica a curadora, Minna Moore Ede.

Get involved in #Soundscapes. Share your own soundtrack for a painting using #MySoundscapeshttp://t.co/8gLMOhxHEApic.twitter.com/ExkL4sHeik

— National Gallery (@NationalGallery) July 10, 2015

O jovem compositor americano Nico Muhly criou uma espécie de resposta auditiva para aquela que é a sua peça museológica favorita, o “Díptico de Wilton”, uma obra do século 14, retratando a Virgem Maria, Jesus e São João Batista. O retábulo foi criado para Ricardo III de Inglaterra.

Muhly afirma que tentou fazer algo “que não caísse no caricatural. Não se trata de fazer associações imediatas. A minha ideia foi mais de rodear o objeto com algo que está sempre em movimento. Trabalhei com um músico chamado Jethro Cooke para garantir que tudo se desloca devagar. Se fosse arte em 360 graus, também a teríamos de contornar para viver a experiência.”

A artista britânica Susan Philipsz criou um acompanhamento para “The Ambassadors”, feito no século 16 por Hans Holbein, o Jovem. A Gabriel Yared, o conhecido compositor responsável por bandas sonoras de filmes como “O Paciente Inglês”, coube “As Banhistas”, de Paul Cézanne.

“Soundscapes” – para ver e ouvir até 6 de setembro.

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