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Cães-salsicha ganham museu na Alemanha

Os dachshund, conhecidos como cães-salsicha, já têm um local de culto
Os dachshund, conhecidos como cães-salsicha, já têm um local de culto Direitos de autor REUTERS/ Darren Staples/ Arquivo
Direitos de autor REUTERS/ Darren Staples/ Arquivo
De  Francisco Marques com reuters
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Espaço concentra em mais de 80 metros quadrados cerca de 2000 peças ligadas ao cachorro que seduziu Einstein ou Picasso

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Os populares cães-salsicha já têm um local de culto. Pronto a abrir em Passau, no sudeste da Alemanha, um museu promete ajudar a promover a imagem deste símbolo germânico que chegou a ser perseguido no estrangeiro durante a I Guerra Mundial.

Após a II Grande Guerra, os curiosos cachorros de corpo esguio, patas curtas e um nariz ao nível dos melhores cães de caça começaram de novo a seduzir donos ilustres. Foi o caso do presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, que até chegou a assumir-se berlinense, ou do ator também americano Leonard Nimoy, o popular "Dr. Spock" de "Caminho das Estrelas."

Outras personalidades históricas bem conhecidas como Albert Einstein, Pablo Picasso ou Napoleão também já se haviam deixado levar antes pelo encanto dos "salsichas", conhecidos em Inglaterra também como os "cães texugo."

Documentos vários contando a história dos dachshund ou dackel, o nome germânico, podem ser encontrados neste novo museu.

Josek Küblbeck, de 54 anos, e Oliver Storz, de 46, tinham uma florista, mas decidiram mudar de ramo e lançaram-se na concretização de abrir um museu dedicado aos seus dois fiéis amigos, Seppi e Moni.

Os proprietários do museu tem vindo a investir e já alegam ter a maior coleção de memorablia de cães-salsicha do mundo.

"Temos vindo nós mesmos a recolher diversas peças nos últimos 25 anos. No ano passado, no outono, comprámos o espólio completo de um colecionador belga. Temos à volta de 2000 peças em exposição no museu e em casa temos outras tantas.Temos atualmente a maior coleção do mundo, com cerca de 4000 peças relacionadas com os dackel", afirmou à Reuters o diretor do museu, Seppi Keublbeck.

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