EventsEventosPodcast
Loader

Find Us

PUBLICIDADE

Putin poderá voltar atrás no cancelamento de gasoduto, diz Khodorkovsky

Putin poderá voltar atrás no cancelamento de gasoduto, diz Khodorkovsky
Direitos de autor 
De  Euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button

O gasoduto "South Stream" ligaria a Rússia à Itália e seria alternativo ao que passa pela Ucrânia

PUBLICIDADE

No seguimento do anúncio do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, de que foi cancelada a construção do gasoduto “South Stream” (iniciada em finais de 2012), Bruxelas realçou a necessidade da União Europeia (UE) ficar menos dependente do fornecedor russo, do qual importa agora 30% do gás consumido.

Uma das vice-Presidentes da Comissão Europeia, Kristalina Georgieva,disse que “esta decisão confirma a importância de não sermos dependentes de um único fornecedor de gás. A diversificação de fontes de energia na União Europeia é muito importante.”

O ex-magnata ligado ao petróleo e ex-preso político, Mikhail Khodorkovsky, admite que Vladimir Putin esteja só a fazer uma jogada política.

De visita ao Parlamento Europeu, em Bruxelas, aquele que é um dos maiores opositores do Presidente russo, disse que “tenho estado a seguir este caso com muita atenção e falei com várias pessoas. Neste momento, não acredito que a decisão seja definitiva. As soluções alternativas não fazem sentido do ponto de vista económico”.

O anúncio de Putin foi feito durante uma visita oficial à Turquia, país que quer que seja o novo parceiro para o setor do gás.

O projeto “South Stream” ligaria a Rússia à Itália, atravessando outros quatro Estados-membros da União Europeia, tornando-se alternativo ao que passa atualmente pela Ucrânia.

O gasoduto, avaliado em 16 mil milhões de euros e a desenvolver pela empresa russa Gazprom, foi bloqueado pela UE no âmbito das sanções aplicadas a Moscovo por causa da crise ucraniana.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Rússia abandona South Stream

Gigante do comércio alemão Karstadt tenta plano de resgate mas não evita milhares de despedimentos

Novo ataque em Rafah faz 37 mortos. Casa Branca diz que Israel ainda não passou linhas vermelhas