EventsEventosPodcasts
Loader
Find Us
PUBLICIDADE

Comissão Europeia quer negociar o Brexit em 18 meses

Comissão Europeia quer negociar o Brexit em 18 meses
Direitos de autor 
De  Isabel Marques da Silva com Lusa
Publicado a
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button

Negociar o Brexit deverá levar apenas 18 meses e não dois anos, de acordo com o calendário proposto pela Comissão Europeia para a saída do Reino Unido da União Europeia.

PUBLICIDADE

Negociar o Brexit deverá levar apenas 18 meses e não dois anos, de acordo com o calendário proposto pela Comissão Europeia para a saída do Reino Unido da União Europeia.

O negociador por parte desta instituição, Michel Barnier, explicou, esta terça-feira, em Bruxelas, que “o acordo final deverá ser concluído até outubro de 2018, por forma a deixar cinco a seis meses para o processo de ratificação pelo conselho e parlamento europeus, bem como pelo parlamento britânico”.

As contas foram feitas com base em duas datas: o início das negociações em Março de 2017, prometido pelo governo britânico, e a saída até março de 2019, quando decorrem as eleições europeias.

Michel Barnier acrescentou que “enquanto não conhecermos as intenções e exigências do Reino Unido – aquilo que o país vai pedir e está disposto a aceitar numa futura parceria -, é difícil falar de um período de transição. Um período de transição só faz sentido para preparar o caminho para as futuras relações”.

Cabe ao Reino Unido invocar o artigo 50 do Tratado de Lisboa, mas o governo de Theresa May aguarda pela decisão final do Supremo Tribunal sobre o grau de envolvimento do parlamento britânico no processo.

Logo que as negociações comecem, o Reino Unido terá de lidar com Michel Barnier, mas também com Guy Verhofstad pelo Parlamento Europeu e Didier Seeuws pelo Conselho Europeu.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

"Mantenham a calma e negoceiem": Bruxelas quer concluir 'Brexit' em 18 meses

Nova Frente Popular reforça campanha com grande avanço da extrema-direita

Polónia sente-se ameaçada pela Rússia e tenta fazer crescer o exército