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"Estado da União": Auschwitz e o aumento do anti-semitismo

"Estado da União": Auschwitz e o aumento do anti-semitismo
Direitos de autor AP
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De  Isabel Marques da Silva
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A cidade de Jerusalém acolheu, esta semana, o maior encontro de sua História: monarcas, presidentes e primeiros-ministros reuniram-se para recordar a libertação do campo de concentração de Auschwitz, há 75 anos, e para condenar o aumento do anti-semitismo.

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A cidade de Jerusalém acolheu, esta semana, o maior encontro de sua História: monarcas, presidentes e primeiros-ministros reuniram-se para recordar a libertação do campo de concentração de Auschwitz, há 75 anos, e para condenar o aumento do anti-semitismo.

Entre os convidados estiveram os chefes de Estado de vários países aliados que saíram vitoriosos da guerra, mas também o da derrotada Alemanha. O presidente Frank-Walter Steinmeier classificou a Segunda Guerra Mundial de "crime alemão".

Notavelmente ausente da cerimónia esteve o presidente da Polónia. Andrzej Duda recusou o convite porque não foi convidado a discursar, ao contrário de seu rival russo Vladimir Putin, tendo as tropas russas libertado Auschwitz, na então ocupada Polónia.

A Europa viveu um pico de anti-semitismo recentemente e Sandor Zsiros foi o enviado da euronews à região francesa da Alsácia, na fronteira com a Alemanha, para recordar um desses casos. Já Gregoire Lory entrevistou um sobrevivente de Auschwitz a residir na Bélgica.

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