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Líderes da UE em reuniões bilaterais sobre resposta à crise

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Direitos de autor Tobias Schwarz/AFP
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De  Isabel Marques da SilvaJoanna Gill
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"Deve ser feito um esforço especial que deixa claro que a Europa se quer unir nesta hora difícil. Isso tem uma dimensão política que vai para além dos números", disse Merkel, em conferência de imprensa, em Berlim.

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É nos bastidores e em reuniões bilaterais que sempre se limaram as arestas para os consensos na União Europeia, antes de cimeiras decisivas como a do final desta semana.

A chanceler alemã, Angela Merkel, que preside ao Conselho da União Europeia, reuniu-se com o homólogo italiano, Giuseppe Conte, e no final apelou a uma visão mais alargada do que a dos interesses particulares de cada um dos 27 Estadoa-membros.

"A tarefa é enorme e, portanto, a resposta deve ser igualmente grande. Não nos podemos antecipadamente comprometer com todos os detalhes do acordo, mas deve ser feito um esforço especial que deixa claro que a Europa se quer unir nesta hora difícil. Isso tem uma dimensão política que vai para além dos números", disse Merkel, em conferência de imprensa, em Berlim.

Uma posição ecoada pelo líder de Itália, um dos países mais atingidos pela pandemia da Covid-19.

"Este é o momento da responsabilidade, o momento da solidariedade. Devemos manter uma alta ambição política . Não devemos dividir-nos em visões nacionalistas, porque a Europa deve oferecer soluções aos seus cidadãos, não ilusões e medo", disse Giuseppe Conte.

O primeiro-ministro de Portugal também participa nesta digressão antes da reunião de Bruxelas e depois de se reunir com homólogo dos Países Baixos, Mark Rutte, numa vista a Haia, disse ter ficado "mais confiante" num acordo no Conselho Europeu.

António Costa disse que todos parecem dispostos a ceder um pouco na sua posição para a maratona negocial de 17 e 18 de julho.

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