EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

Desemprego em 2020 supera o da crise de 2008

Desemprego em 2020 supera o da crise de 2008
Direitos de autor AP Photo
Direitos de autor AP Photo
De  Nara Madeira com AFP, Eurovision
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico diz que a taxa de desemprego nos países da OCDE, em 2020, será pior do que o da crise de 2008.

PUBLICIDADE

Pior do que a crise financeira de 2008. De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, no relatório sobre as "Perspetivas de emprego", a taxa de desemprego nos países da OCDE atingirá, em média, os 9,4% em 2020. No final de 2019 as previsões apontavam para 5,3%.

Em poucos meses a pandemia de Covid-19 passou de uma crise de Saúde Pública a um desastre económico, com perdas de emprego como não se imaginava nem nos piores cenários como explica o secretário-geral do organismo.

A pandemia acabou com o progresso no mercado de trabalho atingido na década passada, após a crise financeira global.
Ángel Gurría
Secretário-geral da OCDE

A Colômbia deverá ser o país mais afetado, de acordo com as previsões, com uma quebra de entre 10,63% e 12,58% no número pessoas empregadas.

Em Portugal, a região do Algarve, altamente dependente do Turismo, poderá ver mais de 40% dos empregos perdidos.

A situação pode agravar-se num cenário de segunda onda de pandemia. Neste caso, estima-se que o desemprego possa atingir, entre os países da OCDE, os 12.6%.

Números que, esclarece o responsável da OCDE, traduzir-se-ão num aumento exponencial da pobreza e cria o risco de as pessoas entrarem em bancarrota.

As mulheres, que representam dois terços da força de trabalho no setor da Saúde, em todo o mundo, são as mais penalizadas, ao contrário do que sucedeu em 2008.

Na Europa, em maio, a taxa de desemprego aumentou no que diz respeito às mulheres, mas permaneceu estável em relação aos homens.

Para além das mulheres também os jovens terão grandes desafios pela frente. A OCDE diz que os recém-licenciados enfrentam perspetivas sombrias, com poucas hipóteses de conseguirem um emprego ou mesmo um estágio, num futuro próximo.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Líderes da UE em reuniões bilaterais sobre resposta à crise

Bruxelas revela cenário sombrio para economia da UE

BMW, Jaguar e Volkswagen criticadas por importarem peças e automóveis chineses proibidos