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Potencial vaga de refugiados afegãos e líbios preocupa Bruxelas

Potencial vaga de refugiados afegãos e líbios preocupa Bruxelas
Direitos de autor ALBERTO PIZZOLI/AFP or licensors
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Potencial vaga de refugiados afegãos e líbios preocupa Bruxelas. A Comissária Europeia dos Assuntos Internos apela a mais solidariedade na distribuição dos migrantes

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Com o verão à porta prevê-se um aumento no afluxo de refugiados em direção à Europa.

Segundo o Alto Comissário da ONU para os Refugiados, Filippo Grandi, a liderança da União Europeia é crucial para lidar com esta questão.

O representante da ONU reuniu-se com o chefe da diplomacia europeia durante uma visita de três dias a Bruxelas.

Para Filippo Grandi, a Europa tem um papel essencial na prestação de auxílio humanitário a quem precisa.

No entanto, na capital belga, nem todos estão de acordo.

É o caso do eurodeputado francês, Jérôme Riviere, do grupo Identidade e Democracia.

"Temos que acabar com esta hipocrisia. A Europa tem muitos problemas para resolver especialmente após esta crise da pandemia. Estamos a dizer a estas pessoas que não podem vir para aqui ilegalmente. Se querem vir para aqui ilegalmente, não haverá forma de alguma vez se legalizarem no nossos países", afirma o eurodeputado.

O representante da ONU reuniu-se ainda com a Comissária para os Assuntos Internos Ylva Johansson na segunda-feira.

A comissária apelou a mais solidariedade europeia na distribuição dos refugiados depois de milhares de migrantes terem chegado à ilha de Lampedusa no fim de semana passado.

"A UE precisa de mostrar mais solidariedade na distribuição dos migrantes pela Europa e que todos os estados-membros assumam a sua parte, mas também que a UE financie esta distribuição e não apenas políticas de retorno, ações ilegais ou ainda a externalização das políticas migratórias", defende Saskia Bricmont, eurodeputada belga do grupo Verdes/EFA.

Ainda não há acordo quanto à mais recente proposta da Comissão sobre esta matéria.

No entanto, prevê-se uma nova vaga de refugiados provenientes do Afeganistão e da Líbia que poderá forçar Bruxelas a tomar uma decisão.

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