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Líder da oposição bielorrussa pede resposta mais contundente da UE

Líder da oposição bielorrussa pede resposta mais contundente da UE
Direitos de autor FRANCOIS WALSCHAERTS/AFP or licensors
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De  Euronews
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Svetlana Tikhanovskaya elogia a unanimidade dos líderes europeus face ao regime de Aleksander Lukashenko mas lembra que é preciso ir mais longe

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Svetlana Tikhanovskaya, a líder da oposição bielorrussa no exílio, apelou ao Parlamento Europeu para ser ainda mais contundente na resposta ao presidente Aleksander Lukashenko.

O caso do voo da Ryanair desviado despertou uma reação unânime dos líderes europeus, mas para Tikhanovskaya a Rússia é parte do problema, que tem de ser dominado. A líder da oposição apontou um caminho: "Comunicar de forma clara à Rússia e a outros estados dispostos a abusar das vítimas de Lukashenko que qualquer acordo ou contrato assinado com ele será revisto e poderá ser anulado. Apelo à União Europeia para negar qualquer tipo de apoio financeiro ou pedido governamental e para se abster dos novos investimentos estrangeiros na Bielorrússia e das novas linhas de crédito para os bancos bielorrussos."

Entre os líderes europeus e diferentes Estados-membros há visões distintas sobre a postura a adotar em relação à Rússia.

"Temos de enviar uma mensagem muito clara para Moscovo de também poder pagar o preço de apoiar Aleksander Lukashenko, um ditador brutal que simplesmente intimida e persegue o próprio povo, tornando-se uma ameaça para a segurança regional como aconteceu com o avião comercial da Ryanair", sublinhou, em entrevista à Euronews, Petras Auštrevičius, eurodeputado lituano do Grupo Renovar a Europa.

Os Estados Bálticos e a Polónia acreditam que a qualidade democrática da Europa do Leste pode melhorar por abordar a Rússia. Para outros países ainda é possível cooperar com a Rússia para simplesmente salvar vidas.

"Sabemos que a Rússia é parte do que se está a passar na Bielorússia. E é por isso que a questão humanitária poderia funcionar como um corredor, como uma transição potencial para poder não tomar posição sobre questões pró-democracia da parte de Putin, mas antes falar de uma questão humanitária que atinge um número de pessoas atualmente sob ameaça", lembrou Maria Arena, eurodeputada do Grupo da Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas no Parlamento Europeu.

Os líderes europeus estão focados no encontro entre o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo dos EUA, Joe Biden, marcado para 16 de junho em Genebra.

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