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Secretário-Geral da NATO diz que China pode enfrentar sanções por ajudar a Rússia

Secretário-Geral da NATO, Jens Stoltenberg, discursa numa conferência de imprensa em Bruxelas, sexta-feira, 14 de junho de 2024.
Secretário-Geral da NATO, Jens Stoltenberg, discursa numa conferência de imprensa em Bruxelas, sexta-feira, 14 de junho de 2024. Direitos de autor Virginia Mayo/Copyright 2024 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Virginia Mayo/Copyright 2024 The AP. All rights reserved
De  Euronews
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O principal responsável da NATO, Jens Stoltenberg, disse que China pode enfrentar sanções por ajudar a Rússia. Declarações foram feitas numa entrevista à BBC

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Numa entrevista à BBC, o Secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, afirmou que a China devia enfrentar sanções por ajudar a Rússia.

Segundo Stoltenberg, ao apoiar as investidas da Rússia e ao manter relações com os aliados europeus, a China está a querer "estar nos dois lados", mas que esta posição não pode durar "muito mais."

A China partilha tecnologias como "a microeletrónica, que é fundamental para a Rússia construir mísseis, armas que utiliza contra a Ucrânia", disse o responsável.

E, por isso,o Secretário-geral da NATO defende que deve ser considerado "algum tipo de custo económico se a China não mudar o seu comportamento."

Stoltenberg acrescentou ainda que existe uma "conversa em curso" sobre possíveis sanções contra a China.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da China já reagiu às declarações. O porta-voz Lin Jian afirmou que "a NATO deve refletir sobre si própria, em vez de difamar e atacar arbitrariamente a China."

Jens Stoltenberg está em Washington e já se encontrou com o Presidente dos EUA, Joe Biden, na Casa Branca. O Secretário-geral já revelou os últimos números relativos às despesas com a defesa e discutiu as prioridades para a próxima cimeira da NATO.

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