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Obama, Netanyahu e Putin unem-se no "abraço" de pesar à França

Obama, Netanyahu e Putin unem-se no "abraço" de pesar à França
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De  Euronews
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Com algumas das principais cidades do planeta a juntarem-se numa noite de vigília pelas vítimas do atentado desta quarta-feira de manhã, em Paris, na

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Com algumas das principais cidades do planeta a juntarem-se numa noite de vigília pelas vítimas do atentado desta quarta-feira de manhã, em Paris, na redação da revista Charlie Hebdo, também os mais altos governantes do mundo civilizado se unem, através das palavras, num simbólico abraço de pesar à França

Na Sala Oval da Casa Branca, Barack Obama surgiu ao lado do vice-presidente Joe Biden e do secretário de Estado norte-americano John Kerry para, também ele, expressar de viva voz o apoio dos Estados Unidos (EUA) à França nesta hora de luto. “Aqueles que conduzem ataques sem sentido contra civis inocentes, acabam, por fim, por ser os esquecidos. Nós vamos manter-nos ao lado do povo de França neste momento que é muito, muito difícil”, afirmou o Presidente dos EUA.

All of #France must know that each & every American stands w/you today and always – for freedom/against extremism

— John Kerry (@JohnKerry) 7 janeiro 2015

Em Bruxelas, o Presidente da Comissão Europeia afirmou que, “esta noite, os europeus estão consternados, comovidos, tristes”. “Eu gostava que os franceses soubessem que esta noite todos os europeus estão com os parisienses e com a França”, disse Jean-Claude Juncker.

Chancellor #Merkel in London: We will fight for the Freedom of the Press, as well as our other fundamental freedoms. MT RegSprecher</a></p>&mdash; GermanEmbassyLondon (GermanEmbassy) 7 janeiro 2015

A Londres, chegou horas depois do atentado a chanceler alemã. Ao lado do primeiro-ministro britânico, Angela Merkel considerou este “um ataque contra os valores” que todos defendem e pelos quais se batem na Europa. “Valores a liberdade de imprensa, a liberdade no geral e a dignidade humana”, especificou.

Angela Merkel and I met today. We're united in our condemnation of the horrifying Paris murders. pic.twitter.com/oSM2us6I8I

— David Cameron (@David_Cameron) 7 janeiro 2015

Já depois de ter comentado o atentado numa sessão do Parlamento britânico, David Cameron voltou a bordar a tragédia ao lado de Merkel: “Eu sei que todos no Reino Unido estão ao lado do Governo francês e dos franceses, nesta hora. Não vamos permitir nunca que os valores que tanto defendemos, de democracia e liberdade de expressão, possam ser atacados por estes terroristas.”

The people of Israel send their condolences to the people of France over the brutal acts of savagery in the heart of Paris today

— בנימין נתניהו (@netanyahu) 7 janeiro 2015

Em Telavive, por fim, o primeiro-ministro israelita colocou de lado os atritos com o Eliseu que têm vindo a intensificar-se por causa da Palestina e condenou igualmente o atentado de Paris, aproveitando para defender uma resposta em força. “Os ataques dos radicais islâmicos não conhecem limites. Estes foram ataques internacionais e a resposta tem de ser, também, internacional. Os terroristas querem destruir as nossas liberdades e a nossa civilização”, garantiu Benjamin Netanyahu.

Da Rússia, foi endereçada igualmente uma mensagem de solidariedade para França. O Presidente Vladimir Putin condenou “o terrorismo sob todas as suas formas” e transmitiu condolências pelas vítimas do “trágico acontecimento”.

Condolences to President of France Francois Hollande http://t.co/MRFXeqWV9P

— President of Russia (@KremlinRussia_E) 7 janeiro 2015

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